Summer Time: Rooftops

Após muitos meses de frio, o que a gente mais quer fazer é aproveitar os dias de verão com atividades ao ar livre – andar no parque, fazer picnic, praticar exercícios, ir a feiras de rua etc.  Nessa cidade cheia de prédios super altos esta é a época certa para visitá-los. Digo isso porque muitos deles, durante o verão, abrem seus terraços (os rooftops) para o público, oferecendo vistas magníficas e excelentes drinks!  É uma bela opção para brunch, happy hour pós trabalho/passeio ou até mesmo um jantar. Tem rooftops para todos os gostos e estilos. De Manhattan ao Brooklyn, é só decidir qual vista quer ter e, quem sabe, não pegar um por do sol inesquecível! Delícia!

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O site Time Out publicou semana passada uma lista com os melhores bares em rooftops da cidade. Eu concordei com vários e vou deixar aqui minhas sugestões. Como são muitas opções, resolvi categorizar e indicar para vocês alguns por tema. E para saberem a lista completa, acessem aqui que está bem detalhado, vale muito a leitura.

Brunch

Juliette: para Brunch, um dos rooftops mais legais que tem é o Juliette. É um bistrô francês em Williamsburg que tem um terraço super cool, rola um dj às vezes e a comida é fantástica! Só não esperem uma vista incrível daqui, pois o prédio é baixinho.

Juliette

Pôr do Sol

Hudson Terrace: a vista de lá para o rio Hudson é linda. Não é um lugar para “matar a fome”. Eles até tem algumas coisinhas para comer, mas muito pouco. O objetivo é tomar uns drinks mesmo. Eles também se enquadrariam na categoria happy hour/night.

hudson terrace

The Ides at the Wythe Hotel: este rooftop é o hit do momento. Fica no Brooklyn, então já da pra imaginar a vista maravilhosa de Manhattan que ele não tem né? Pois é. É um lugar pra ver e ser visto. Neste mesmo hotel fica um restaurante super badalado também chamado Reynard.

whyte hotel

Vista e ambiente legal para um Happy Hour

Neste quesito eu destacaria dois:

Empire Hotel Rooftop: fica no Upper West e nos presenteia com vistas muito bacanas do Lincoln Center e do Central Park.

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Lounge at the Pod 39 Hotel: fica em midtown, bem conveniente para quem está trabalhando ou batendo perna ali naquela muvuca. É lindo, cheio de luzes penduradas, com uma vista incrível da cidade. O pôr do sol também deve ser bem bacana! Como a maioria, só serve bebidas e snacks, mas o legal é que na recepção deste hotel tem um ótimo restaurante de tacos chamado Salvation Taco, então dá pra matar a fome ali e subir pro rooftop 😉

pode 39

Bom, a lista é enorme! Foi super difícil eleger os que destaquei aqui. Ainda saio com sentimento de que ficou faltando o rooftop do Met Museum (Roof Garden Café), a Birreria do Eataly, o Le Bain do The Standard Hotel…rsrsrs Por isso recomendo novamente que acessem aqui para um mapeamento super completo.

Depois me contem onde foram e se gostaram 😉

beijocas!

 

 

Spring Time: circuito das flores em NYC

E finalmente a primavera chegou. Apesar de ainda estar friozinho, é um clima beeeem ameno e gostoso, daqueles que vc sai com um casaquinho leve e tira no sol, coloca de volta na sombra e por aí vai. Pra mim, um dos maiores presentes do spring time é o festival de flores maravilhosas que surgem a cada canteiro da cidade. Até o simples jardim do meu prédio está lotado de tulipas. Como não amar ❤ ?! As praças são um show à parte. Destaco a Washington Square, a Union Square e a Madison Square Garden como as mais belas que vi até agora. Vale muito a visita! Além dos jardins, rolam umas feirinhas de flores pra comprarmos e deixarmos nossas casas também com a linda cara da primavera. É tudo muito colorido e realmente a cidade toda sente este clima.  Dos supermercados às delis, encontramos raminhos de tulipas, lavandas e várias outras flores lindas que alegram os meus dias por aqui.

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Flores

Um programa imperdível se você estiver na cidade neste período é visitar as famosas Cherry Blossoms, ou simplesmente cerejeiras. São árvores de origem asiática que dão flores maravilhosas! E isto acontece exatamente neste inicinho de primavera, corre pra não perder! O Central Park é o destino mais óbvio pra quem quer vê-las, basta andar um pouquinho que certamente encontrará algumas. No entanto, na minha opinião, a maior concentração de Cherry Blossoms acontece no Brooklyn Botanic Garden. Como o nome já sugere, é um jardim botânico situado no  Brooklyn. Tem metrô saindo em frente, é um lugar fantástico para ser visitado o ano todo (menos novembro e dezembro que não têm flores desabrochando!). Pelo site, podemos ver quais flores encontraremos em cada mês, então dependendo de sua preferência, você escolhe o mês certo para visitar! Como eu amo as cerejeiras, elegi abril como o melhor mês. Além delas, as tulipas, magnólias, orquídeas e outras tantas estão decorando lindamente o jardim este mês. Vejam as imagens de lá:

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Não é lindo? A entrada custa U$10,00 e aos sábados é gratuita. E bem coladinho ao Jardim Botânico fica o Brooklyn Museum! Eles têm um preço especial para a entrada contemplando os dois espaços. Excelente, né? E imperdível!

bjs

Carol

 

1 ano em NYC: 7 coisas que aprendi vivendo aqui

Há exatamente 1 ano, eu embarquei  neste projeto de vida que tinha com o meu marido – viver fora do Brasil. As razões eram inúmeras e não vêm ao caso neste post, mas fato é que 1 ano se passou como se passa 1 mês, foi tudo muito rápido. Apesar do pouco tempo, já aprendi muito com a cidade. Algumas vezes ela te ensina, outras ela te obriga a aprender. Eu já havia vindo pra cá a passeio algumas vezes, mas tudo é diferente quando moramos no lugar, ne? Com a rotina, é possível observar a dinâmica da cidade, o comportamento das pessoas e se enquadrar logo para a adaptação não ser tão difícil. Muito do que aprendi (na marra muitas vezes!) vale também para quem é turista, por isso resolvi fazer esta listinha muuuuito resumida com as principais dicas que podem ajudá-los nas próximas viagens 🙂

1) NYC x USA: uma vez ouvi uma frase genial que dizia “I`m so glad I live in NYC and not in the United States”. Claro que é uma brincadeira, mas fato é que NYC é tão global que poderia estar localizada em qualquer lugar. Aqui, dificilmente você encontrará aquelas famílias típicas americanas, sentadas calmamente comendo panquecas num restaurante. A velocidade é outra, a cidade está eternamente com pressa. Também pudera, Manhattan é uma ilha super pequena (eu brinco que é menor que Niterói!) com mais ou menos 1,5 milhões de habitantes, mas que recebe 50 milhões de turistas por ano!!!! Imaginem o caos? Ou você anda (e pela direita sempre, por favor) ou passam por cima! Não parar de repente no meio da rua (do mesmo modo que não paramos o carro do nada no meio da estrada), se manter a direita nas calçadas, deixar o lado esquerdo da escada rolante para quem está com pressa são mais do que gentilezas, são regras básicas de educação por aqui.

2) Metrô: ele é o retrato deste caos populacional. No entanto, como todos sabem para onde têm que ir, é um caos organizado. Para não ficar patetando na entrada do metrô e levar um esbarrão, baixe o aplicativo “Embark NYC”. Ele mostra todas as linhas, é bem didático e não precisa de internet. Caso tenha internet, use o google maps que também é uma mão na roda! Se você pretende andar muito de metrô pela cidade, já compre o ticket de 7 dias ilimitado, vale muito a pena! Ahhh! E se a porta do trem (sim, metrô aqui é chamado de trem, ou melhor, train) tiver fechando, não tente entrar porque ela vai fechar em você! Acontece direto. Tudo bem que não te esmaga, ela acaba abrindo, mas bate de verdade na gente, então vamos evitar, né? Por último, regra básica de educação: espere as pessoas saírem do metrô antes de entrar. E dê espaço para que elas saiam, não fique parado na frente da porta. Eu sei que é muito obvio, mas juro que vejo muita gente sem noção por aí!

3) Taxi: só faça sinal para os taxis livres, ou seja, os que estão com a luz do taxi acesa. hahaha Esta é bem obvia também, mas o que eu vejo de turistas fazendo sinal para taxis ocupados… Outro ponto importante: dê sempre seu endereço em forma de esquina, não adianta falar só a rua que vai, pois como eles vão saber qual é a altura da rua, certo? É a mesma coisa que fazemos no Brasil! E, se puder, pague no cartão. A maquina fica em frente a você no banco de trás, é bem rápido e vc não não corre o risco deles não terem troco (nota de U$100 esquece!). Apesar deles serem grossos e freiarem como ninguém, deixe sempre 1 a 2 dolares de tip, faz parte da cultura. Por fim, os taxis fazem a troca de turno por volta das 4pm, então fica bem difícil conseguir um livre neste horário. Se ligue para sair antes das 4pm ou vá de metrô.

4) Ruas de Manhattan: esta eu aprendi logo que cheguei e ajuda muito na localização! Como se sabe, as ruas aqui não tem nomes (a grande maioria, pois algumas têm sim, especialmente downtown – soho, village etc), mas números, o que facilita muito acharmos o endereço. Se eu estou na 40 e quero ir para a 60, já sei que preciso subir 20 ruas. As “streets” cortam horizontalmente o mapa, enquanto que as avenidas cortam verticalmente. A quinta avenida faz a divisão da ilha em leste e oeste. É bem mais prático e não precisamos decorar nomes. Para saber a mão das ruas, saiba que as pares seguem fluxo para o lado leste, enquanto que as ímpares seguem para o oeste. No caso das avenidas, o raciocínio é feito em relação a Broadway (uma avenida que corta diagonalmente a ilha). As que ficam do lado oeste da Broadway e são pares, sobem. As ímpares descem. No lado leste, é exatamente o contrário. Lendo assim parece complicado, né? Mas andando nas ruas vai ficando bem mais fácil. Existem também, claro, algumas ruas mão dupla, mas aí é muito detalhe, né?

5) Restaurantes: adquirir o hábito de fazer reserva me ajudou muito. Como isto é essencial por aqui, chegar num restaurante sem reserva é pedir pra ficar plantado esperando por uma mesa. Tô fora! O melhor aplicativo do mundo para isso é o Open Table. Você baixa gratuitamente, coloca o horário que quer, quantas pessoas e até o restaurante se já tiver algum em mente. Reserva ali sem custo nenhum, super rápido e evita longas esperas. É maravilhoso! Uma dica: muitos restaurantes não “te sentam” enquanto todas as pessoas da reserva não tiverem chegado, por isso, combine o horário certinho com os amigos para evitar que fiquem de fora por causa de um atrasado! Pontualidade aqui é levada a sério. Sobre tip em restaurante, nada muito novo: de 15% a 20% é o normal. Ah! E só entre em restaurantes, delis, cafés que tenham a placa sanitária na porta com a letra A. Significa que receberam nota máxima de higiene. Fujam do B e principalmente do C!

6) Choque Térmico: as estações do ano aqui são super bem definidas. A boa notícia é que a cidade é muito bem preparada para elas, mas a má notícia é que isto faz com que tenhamos que estar preparados para um belo choque térmico. Explico: durante o inverno, as lojas e áreas fechadas em geral ficam muuuuito aquecidas, ou seja, você morre de calor com suas roupas de inverno. No verão, o contrário: as lojas ficam geladas e você morre de frio. Solução? Andar em camadas no inverno e ter um cavaquinho leve em mãos no verão. Importante também sempre checar a previsão do tempo antes de sair de casa. Eles são certeiros. Mesmo que esteja um céu azul, se está dizendo que vai chover, pode levar um guarda-chuva porque vai chover!

7) Mito: esta história de “city that never sleeps” é pura lenda! Na verdade, as lojas fecham geralmente as 8pm e os restaurantes por volta de meia noite. Cheque antes certinho o horário de funcionamento do local que deseja ir. Claro que têm as baladas que varam a noite, alguns lugares 24h (drogarias principalmente) e pontos turísticos que vão até mais tarde, mas assim como há em qualquer lugar do mundo.

Vou parar por aqui porque este post já está muito grande. Talvez eu faça um “parte 2” com mais destas dicas básicas! Morar fora é um aprendizado sem fim e eu AMO cada dia mais esta cidade louca e linda! Que venham os próximos anos 😉

Frase NYC

 

NYC with kids. Relato da Fernandinha, a mãe da Clara.

Conforme prometido neste post, a Fernandinha vai contar aqui sua deliciosa saga em NYC com a sua filha de 2 aninhos, a minha afilhada princeeeesa Clara ❤  A Fê e o Gu são Paizões com P maiúsculo, daqueles que se dedicam integralmente à filhota e permitem que ela participe de todos os momentos junto com eles. Com tanto amor e dedicação, fica fácil a viagem ser um sucesso né? Por isso a Clarinha aproveitou tanto!!!

Vamos ao relato dela. Enjoy it!

Primeiramente queria deixar registrado o quanto fiquei feliz com o convite da minha comadre de escrever aqui e passar um pouco de nossa experiência! Bom, realmente nossa viagem foi programada como uma grande aventura, e não um simples passeio. Imaginem só, uma criança de 2 aninhos que no máximo havia ficado 3 horas em sua cadeirinha no carro, pegar diversos voos longos, uma temperatura extremamente diferente, muitos passeios, um longo tempo longe da sua casa e “segurança”… Pois é, essa era a situação! O medo, a tensão pré-viagem?! Presentes a todo momento. Após 32 dias de pura felicidade e magia, posso contar aqui nossa aventura de sucesso!

Primeiro momento: NY

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Nossa primeira parada foi NYC, e a tensão já era no aeroporto. O tão esperado voo de horas! A Clarinha surpreendeu e foi uma dama. Não nos deu nenhum trabalho além do normal. O que ajudou?! Ela ama televisão e no voo colocamos diversos filmes da Disney; ela voou assistindo a todos atentamente com direito a fone no ouvido. O pior vocês não sabem, o voo era DIURNO! SIM, de dia, e deu tudo muito certo. Ela adorou a sensação, e sempre pedia para voar de avião. A partir daí, esse não era mais um problema.

Pousamos em NY e veio o maior temor: o frio congelante. Assim que cheguei fui a uma farmácia e comprei medicamentos para crianças como: xaropes para tosse, e vitaminas de todos os tipos, principalmente para mudanças de tempo e frio, não queríamos que a imunidade de nossa pequena caísse. Vestimos a Clara em camadas, sempre com um suéter grosso por baixo da camada final, que era um casaco de neve. Logo nos primeiros dias fui numa loja muito famosa em NY chamada UGG, e tratei de comprar uma daquelas botinhas, que na minha opinião não são lindas, mas são a coisa mais quente que eu já experimentei na minha vida(Carol me emprestava a dela e era uma alegria estar quentinha). O uso de luvas e capuz eram muito importantes. Para finalizar a campanha “não ao frio em crianças em NY”, chegou a parte essencial; Por favor, não deixem de levar um carrinho de bebê ou comprar assim que chegarem, com direito a uma capa de chuva que vai servir como “quebra-vento”! Andar no frio de Ny não é fácil, imaginem se preocupar a todo momento se seu filho está OK… A criança bem aquecida, dentro do carrinho com uma capa “quebra-vento”, e ainda podendo colocar uma manta para cobri-la(usei bastante), é a paz e tranquilidade que você procurava para realizar todos os passeios que você quiser. Quando estávamos em um lugar aquecido, Clara saía do carrinho e ia brincar. Não que isso não ocorresse em lugares frios, mas tínhamos a segurança de aquece-la rapidamente logo depois. Outro excelente ponto do carrinho, é que brincávamos que a Clara hibernava quando estava nele. Sim, ela dormia muito. Se fosse você num frio abaixo de zero, toda aquecida, deitada em um carrinho confortável com direito a coberta, não faria o mesmo?! Pois é, isso traz tranquilidade de não ter que correr atrás de seu filhote a todo tempo com medo de que algo possa acontecer, afinal, NYC é agitadíssima. Enfim, brincadeiras a parte, ela amou o frio. Acordava e pedia para passear no “muito frio” diariamente, apesar de hibernar no carrinho boa parte do tempo, LOL. O fato é,  tomando as atitudes que tomei, a viagem foi um sucesso. Fui a todos os pontos turísticos, desde fechados e quentes até o alto das diversas torres abertas e frias. Não deixamos de fazer nada que queríamos por conta da Clara, e ela se divertiu tanto ou mais que nós.  Adorou o Central Park e brincar na neve com a dinda, as lojas de brinquedos, andar nas ruas branquinhas, caçar passarinhos na Estátua da liberdade, correr muito no High Line Park… Para ela tudo foi uma grande festa!

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P.s: Não poderia deixar de citar que a viagem não teria tido todo esse sucesso se não fossem os dindos, Carol e Rodrigo, que colocaram a mão na massa e cuidaram da Clarinha tanto ou mais que nós, fazendo a alegria dos papais também!

No próximo post eu conto sobre a segunda parte da viagem: DISNEY com uma criança de 2 anos. Estrelando: Nossa Clarinha!

Fernandinha mamãe da Clara.

Uhul! Arrasou, Fê!!! Cuidar da Clarinha não é tarefa nenhuma, é uma grande alegria, nós amamos!!!

xoxo

Carol

 

Almoço no West Village

Desde que vim morar aqui, recebi várias listas de restaurantes imperdíveis. São listas preciosas com dicas para brunchs, almoços e jantares. Não tenho conseguindo finalizar esta lista, pois confesso que quando me apaixono por um, tenho a tendência de voltar e voltar e acabo não conhecendo outros, o que é um desperdício! Estou tentando mudar isso, expulsar a preguiça que habita em mim e explorar mais os hotspots da cidade. Elegi na listinha um restaurante para almoço e uma bakery para a sobremesa e fizemos um passeio muito gostoso neste último sábado. Ambos ficam no West Village (também conhecido como Greenwich Village), um dos bairros mais legais (e chiques!) daqui, super arborizado e com townhouses lindas! Vale muito andar até a Washington Square Park, uma grande praça com uma fonte e um mini “Arco do Triunfo”. Clima gostoso e bem jovem, já que a NYU (New York University) fica logo ali.

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Aproveitamos o caminho do metrô até o restaurante para passearmos um pouco, o clima estava bem mais ameno do que os últimos dias daqui. Quando isso acontece, as ruas ficam cheias de pessoas e de vida. Chegando no eleito do dia, o Rosemary`s, demos sorte e, ufa, logo conseguimos uma mesa (eles não fazem reserva). Trata-se de um Italiano super bem decorado, bem aberto, o que permite que a paisagem do bairro se integre a do restaurante. Bem estiloso! Muitos dos ingredientes utilizados nos pratos são produzidos no próprio local, no chamado farm rooftop deles. Legal, né?

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Além de lindo, tem uma comida deliciosa! Pedimos focaccias e burrata de entrada e estavam divinas! Daria pra parar por ali, mas o espírito gordinho sempre vence então consegui ainda comer um prato de steak skirt (a versão gringa da nossa fraldinha) também muito bom! É difícil eu gostar das carnes por aqui, mas esta me surpreendeu, bem saborosa. Apesar disso, eles são mais famosos pelas massas, fica a dica 🙂

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Depois desta comilança toda, fomos andar mais um pouco para enfiar o pé na jaca relaxar e tomar um café. Entramos na Commerce St, uma ruazinha deliciosa (que, by the way, tem um restaurante brasileiro bem bom chamado “Casa”. Ele fica na esquina com a Bedford). Escolhemos o Milk & Cookies, outro famoso da listinha que eu ainda não conhecia. Como o nome já entrega, a boa aqui é pedir os deliciosos e super fresquinhos cookies. O mais legal é que eles entregam em qualquer endereço na cidade, é preciso maturidade para resistir a tanta facilidade com essas gordices! OMG! Para quem tem crianças, eles têm pacotes para eventos dentro da loja, deixando os pequenos colocarem a mão na massa, decorando seus próprios cookies, cupcakes e icecream sanduiches! Opção criativa e deliciosa para um aniversário, né? Dizem que são os melhores cookies da cidade. Eu achei bem gostosos, massss mantenho a minha preferência por outro no Upper West que falarei aqui em algum momento! hehe

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Nós e os cookies. Yummy!

Nada a ver com o tema, mas aproveitando que estamos ali pertinho, se você é fã de Friends (como eu!), andando mais um pouquinho, você encontra o famoso prédio onde eles moravam! É muita emoção!!! rsrs Fica na esquina da Bedford St com a Groove St. Sempre tem alguém tirando uma foto por ali.

Espero que gostem!

Para maiores Informações, acessem:

Rosemary`s

Milk & Cookies Bakery

beijos,

Carol